Alimentos processados têm consumo frequente

Estar saudável é uma questão de hábito de vida, mas nem sempre os alimentos escolhidos nas refeições são os certos para nutrir o organismo de propriedades suficientes no combate às diversas doenças.
 
O aumento no consumo de alimentos processados é o reflexo de cada vez menos tempo de preocupação com a saúde. A indústria desse tipo de refeição tem produzido cada vez mais variedade de alimentos para atrair o público e, por sua vez, os consumidores têm optado por essa praticidade, substituindo os alimentos naturais de sua alimentação.
 
Um estudo recente classificou os alimentos sob uma nova disposição, baseando-se na extensão e propósito do processamento industrial utilizado em sua fabricação. Foram classificados: Alimentos não processados – ou minimamente processados; alimentos processados usados como ingredientes culinários e produtos alimentícios ultra-processados.
 
Dessa maneira a pesquisa revelou que 42,5% das pessoas utilizam alimentos minimamente processados, 37,5% como parte de receitas culinárias e 20% consomem alimentos ultra-processados, sendo que esse grupo está cada vez mais propenso a aumentar essa proporção.
 
Outra pesquisa aborda sobre o custo-benefício e as perdas nutricionais que ocorrem quando hortaliças in natura são processadas, sendo que cada unidade produtora deve avaliar vantagens e desvantagens desse processo. Segundo os dados do estudo, há uma preocupação sobre a forma como são feitos os alimentos processados e como estão sendo consumidos pela população. 
 
Os consumidores devem ficar atentos às informações nutricionais de alimentos processados e compará-los aos naturais, sendo que essas informações devem estar disponíveis na hora de selecionar um alimento.